Publicado em 29 d Outubro d 2018

Atletas de Atibaia são tetracampeãs do Sul-Americano de Softbol Sub-15

A partida foi tensa e muito disputada, mas o Brasil venceu o Peru Vermelho e subiu para o lugar mais alto do pódio pela 4ª vez consecutiva.

As atletas Beatriz Theodoro Pinto, Beatriz Cruz Silva e Beatriz Akemi Ishihara

Após muito esforço e sacrifício, a seleção brasileira de softbol soltou o grito de campeã do IV Campeonato Sul-Americano Sub15, que aconteceu em Lima, no Peru. A jogadora Beatriz Theodoro, de Atibaia, capitã da seleção, foi escolhida como a melhor jogadora do campeonato.
No sábado passado (20), o Brasil venceu o Peru Vermelho por 2 a 1 e subiu para o lugar mais alto do pódio pela 4ª vez consecutiva. Mais uma vez, a partida foi tensa e muito disputada entre as duas seleções.
COLOCOU SEU RITMO
O dia começou cedo para as peruanas, por terem perdido para o Brasil na sexta-feira (19), o Peru Vermelho teve de jogar a repescagem contra a Argentina. Conseguindo colocar seu ritmo desde o início da partida, as donas da casa venceram com facilidade por 7 a 2 as nossas hermanas, que ficaram com a 3ª colocação.
Na final que todos esperavam, toda rivalidade foi posta em campo em uma partida muito disputada. No 2º inning, o Brasil abriu o placar anotando uma corrida e conseguiu ampliar a diferença na entrada seguinte. Nas entradas posteriores, ambas as seleções fizeram muita pressão, criaram oportunidades, mas o Brasil se manteve na frente.
UM ESPORTE COLETIVO
No último inning, as peruanas foram para o tudo ou nada. O Brasil conseguiu forçar rapidamente o 1º out por flyout. A 2ª eliminação veio com uma rebatida na arremessadora. A terceira rebatida da partida foi um home runinside-the-park, da peruana. Mas, mesmo com a pressão, as brasileiras mantiveram a calma e o foco e fecharam a partida e soltaram o grito de campeão. A classificação final ficou assim: campeão, Brasil; vice-campeão, Peru Vermelho; 3º, Argentina; 4º, Peru Branco; 5º, Equador; e 6º, Colômbia.
Segundo Karla Theodoro Pinto, mãe da melhor atleta, Beatriz, o softbol é sobretudo um esporte coletivo e há muitas pessoas para agradecer. “É inevitável ressaltar uma pessoa em especial: o técnico brasileiro André Suzawa, que com sua incrível atuação liderou a seleção à vitória. A batalha foi dura! A pressão da semifinal e final foi grande, com casa cheia.Foi muito bacana ver um estádio lotado de torcedores para assistir o soft sub-15 da América do Sul. Destaque também para nossos queridos anfitriões peruanos, a cada ano com atletas mais bem preparadas! Obrigada sensei, nossa família agradece por confiar em nossa garota no pitching destes dois jogos importantíssimos. Foi uma prova e tanto para ela, uma oportunidade incrível”.

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