Publicado em 08 d Fevereiro d 2019

“Golpe do parente” continua fazendo vítimas em Atibaia

Segundo informações da Polícia Civil, esse é um golpe muito cometido por detentos de presídios do Brasil.

Ilustrativa

O “golpe do parente”, também conhecido como carro quebrado ou “Bença Tia”, continua fazendo vítimas em Atibaia. O jornal O Atibaiense recebeu descrição de caso que envolve pessoa com nível superior de formação e, mesmo assim, caiu na história do bandido. É um dos 10 golpes mais aplicados por estelionatários.
Segundo informações da Polícia Civil, esse é um golpe muito cometido por detentos de presídios do Brasil. O criminoso liga para números aleatórios e quando alguém atende diz “bença tia (o)”. O suspeito se passa por parente da vítima, geralmente sobrinho, e diz que está com o carro quebrado na estrada e que precisa de dinheiro para o guincho ou para pagar o mecânico. A vítima acreditando que o parente está com dificuldades, realiza o depósito. Em outra versão do golpe, o estelionatário pode pedir crédito de celular, supostamente para manter contato com a seguradora e com familiares.
O que leva as pessoas a caírem nesse golpe é a vontade de ajudar o familiar. É necessário que a pessoa, antes de tomar qualquer decisão, se acalme, e cheque as informações. Conferir se o número do telefone de que recebeu a ligação é o mesmo do parente e entrar em contato com os familiares mais próximos da pessoa, para saber se realmente a situação tem possibilidade de ser real, são maneiras de evitar cair no golpe.
Na segunda-feira, uma senhora, moradora de Atibaia, recebeu uma ligação de celular e acabou, absolutamente convencida, fazendo dois depósitos em uma conta. Era o caso típico do falso sobrinho. A transferência do tipo TED não permite reversão, ou seja, o banco não tem, depois, como bloquear a saída do dinheiro. É uma operação muito rápida. A criminalidade trabalha com o fator tempo e com dados disponíveis na Internet. No caso, a senhora tirou dinheiro do Banco do Brasil e depositou em conta da Caixa Econômica Federal. Quando desconfiou da história, que começou no início da manhã, antes do horário bancário, já era tarde. Mesmo assim, foi orientada a fazer um boletim de ocorrência.

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