Publicado em 04 d Dezembro d 2017

Maestro de Atibaia continua sua trajetória de sucesso na música erudita

Nery se despede temporariamente da orquestra para cursar o doutorado em música no exterior.

Maestro Daniel Nery

O maestro Daniel Nery continua sua trajetória de sucesso na música erudita. À frente da Orquestra Sinfônica de Sergipe, nesta semana ele regeu concerto com obras de Vaugham Williams, Sibelius e Villa Lobos, na tradicional Série Laranjeiras, no Teatro Atheneu.
Nery se despede temporariamente da orquestra para cursar o doutorado em música no exterior. “O neoclassicismo na música se refere a um movimento um tanto difuso no século XX, notadamente entre 1920 e 1950. Diversos compositores desse período podem ser reputados como neoclássicos – em geral aqueles que não buscaram uma estética atonal ou o exacerbado uso de dissonâncias e ruídos, mas que continuaram a compor segundo os parâmetros tonais dos séculos anteriores, ainda que, de alguma forma, renovados. Nesse período, a música erudita revive o final do século XVIII e início do século XIX. O neoclassicismo é, pois, basicamente, uma reação às inovações do modernismo alemão da primeira parte do século XX”, explicou o maestro Nery.
Doutorando em música na Universidade de Aveiro, Portugal, Daniel Nery é professor de regência, regente titular da Orquestra Sinfônica e do Coro da Universidade Federal de Sergipe, e é bacharel em Composição e Regência pela UNESP e mestre em música pela mesma instituição.
Tem na sua formação, os seguintes nomes da regência orquestral e coral: Isaac Karabtchevsky, Roberto Tibiriçá, Johannes Schlaefli (Suíça), Osvaldo Ferreira (Portugal), Fábio Mechetti, Abel Rocha e Samuel Kerr. Já esteve à frente de importantes orquestras como Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas.
Em Atibaia, foi regente do Coral Masculino Cantores de Atibaia e da Banda Sinfônica Primeiro Movimento, além de dirigir a Orquestra Jovem e a Big Band municipais. Foi um dos fundadores, regente e clarinetista da Banda Sinfônica de Bragança Paulista. Premiado no I Concurso Carlos Gomes para Jovens Regentes, Nery é também maestro adjunto da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Lá, ele promoveu com Guilherme Mannis o desenvolvimento de concertos pelo interior de Sergipe e a popularização do acesso à música de concerto.
Em sua temporada no Nordeste, Nery foi também responsável pela concepção do projeto social Orquestra Jovem de Sergipe, proporcionando ensino musical a centenas de jovens carentes de Aracaju. Nery também é regente do Coro Masculino da Primeira Igreja Batista de Aracaju.

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