Publicado em 03 d Julho d 2018

Mitos e verdades sobre a urna eletrônica

.

Urna eletrônica

Uma das perguntas mais repetidas neste ano é: a urna eletrônica é realmente segura? O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até promoveu seminário, com o título “Segurança da Urna Eletrônica”, contando com jornalistas convidados, acadêmicos, estudantes, juízes eleitorais e profissionais de tecnologia do setor público.
Os debates centraram em torno de mitos e verdades envolvendo o equipamento A iniciativa partiu da premissa de que o dispositivo ainda suscita dúvidas quanto à segurança proporcionada e à própria forma como se dá seu funcionamento. A posição do TSE é de que tem procurado nortear sua atuação nos princípios republicanos da moralidade e da transparência. O cidadão tem maior participação na vida democrática no momento do voto. Por essa razão, é preciso que o eleitor tenha certeza de que sua escolha consciente estará retratada de forma fidedigna na urna.
A urna eletrônica foi implantada há mais de 20 anos no Brasil, sem registros de “equívocos” em seu funcionamento. Foram lembrados episódios da época em que o voto era exclusivamente impresso e o processo de apuração era mais vulnerável. A urna eletrônica, em boa hora, veio trazer meios de defesa para a sociedade contra essas fraudes. Em 2018, uma novidade será adotada: auditoria no dia da votação em urnas escolhidas aleatoriamente. A novidade permitirá que algumas instituições e partidos políticos interessados participem dessa “inspeção”.
Especialistas em tecnologia da informação afirmaram que o processo de votação avançou na mesma velocidade da tecnologia e é totalmente seguro e confiável. Desse ponto de vista, o projeto da urna eletrônica não é, como muitos apregoam, da empresa que constrói a máquina de votação. A Justiça Eleitoral coloca os requisitos no edital e a empresa que vence a licitação materializa o projeto; equipe de servidores do TSE acompanha todos os passos de produção do equipamento; e, na fase de testes, a empresa não consegue testar o equipamento sem a a intervenção do tribunal.
Eles também alertaram para o fato de que a urna não está conectada à Internet, sendo um dispositivo projetado para não ter nenhuma ligação com a rede. Os dados de votação são transportados para a urna eletrônica e depois são transferidos para uma mídia digital criptografada, que então é levada até um ponto de transmissão. Portanto, seria um mito afirmar que um hacker poderia invadir a urna eletrônica.

O Atibaiense - Da redação

Deixe seu comentário

Para postar um comentário, você precisa de uma conta.
Faça login
ou
Registre-se

Enquete

  Você é contra ou a favor do comércio em praças públicas?

A FAVOR
CONTRA

Última Edição

  Digite seu email abaixo para receber mensagens periodicamente com nossas últimas noticias:


Notícias por Data

Jornal O Atibaiense ©

Rua Deputado Emílio Justo, 280 - Nova Aclimação - Atibaia - SP - (11) 4413-0001