Publicado em 08 d Janeiro d 2019

Atibaia está entre as cidades com maior problema com drogas no Estado

Na ficha de Atibaia, aparecem como dados a população estimada em 137.187 habitantes, em área de 478,52 km² e IDH de 0,765.

Drogas

O crack está cada vez mais presente nas pequenas cidades e zonas rurais. Nesse sentido, a Confederação Nacional de Municípios voltou a alertar sobre o retrato de como a droga está afetando as cidades e divulgou as principais regiões atingidas. No Observatório do Crack, Atibaia foi classificada na faixa de alto nível de problema, com a cor vermelha no mapa.
Na classificação “alto nível de problema”, estão 192 cidades paulistas. No nível médio, aparecem 269 municípios; baixo, 104 municípios; sem problemas, estão 28 municípios; e, por último, “sem resposta”, ficaram 52 cidades. No total, há 645 municípios no Estado.
Na ficha de Atibaia, aparecem como dados a população estimada em 137.187 habitantes, em área de 478,52 km² e IDH de 0,765. A cidade tem problemas com a circulação e o consumo de drogas na conclusão do mapa. No item sobre Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), aparece a avaliação “sem dados”, mas Atibaia tem CRAS.

PLANO EMERGENCIAL
De acordo com a pesquisa publicada pela CNM, 98% das cidades brasileiras estão enfrentando problemas com a circulação ou consumo de crack e outras drogas, e até o momento poucos municípios receberam apoio dos governos estadual e federal. Como divulgado pelo governo federal, o plano emergencial de enfrentamento ao crack, lançado pelo em maio de 2010, não chegou nos municípios. Dos R$ 410 milhões previstos para ações, foram executados pouco mais de R$ 80 milhões.
Segundo a presidência da CNM, “essa é uma situação que se apresenta como mais um desafio para a gestão municipal. Um problema social que demanda ações integradas e intersetorializadas, envolvendo as três esferas de governo e os diversos segmentos públicos (segurança pública, saúde, educação, assistência social, cultura, turismo); sociais (associações de pais, de bairros, de classes profissionais, sindicatos, conselhos); e privados (empresas, indústrias, comércio em geral)”.

PARTICIPAÇÃO
DA SOCIEDADE
“Para enfrentar o uso do crack e outras drogas nos nossos municípios, são necessárias ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde dos usuários, assim como repressão à circulação de drogas. O envolvimento e a participação da sociedade é fundamental para a política de enfrentamento ao crack e outras drogas. O problema não escolhe idade, cor, raça, religião ou situação econômica. Pode estar na casa de qualquer cidadão brasileiro”, acrescentou a entidade.
Ações isoladas de iniciativa dos gestores municipais estão sendo desenvolvidas, na sua maioria com recursos próprios, o que não é suficiente para atender uma demanda crescente e considerada de âmbito nacional. É necessária a participação da união e dos Estados e a implementação de uma política que contemple todos os municípios brasileiros, defendeu a CNM.

O Atibaiense - Da Redação

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